Produtoras rurais premiadas mostram como práticas ESG impulsionam produtividade

Publicado em 20.08.25

O agronegócio brasileiro tem se consolidado como referência global em práticas sustentáveis, com 91,8% dos produtores rurais implementando iniciativas alinhadas à sustentabilidade, à responsabilidade social e à governança, segundo pesquisa da Serasa Experian

Além disso, 87% das pessoas entrevistadas reconhecem que essas práticas contribuem diretamente para a redução de custos e aumento da produtividade, demonstrando que sustentabilidade e lucratividade podem caminhar juntas.

Rossana Abuda, do Piauí, promove, compartilha e incentiva boas práticas de sustentabilidade junto à
comunidade e a outros profissionais do agro

À medida que o Brasil se prepara para sediar a COP30 em Belém (PA), histórias inspiradoras de produtoras rurais reconhecidas pelo Prêmio Mulheres do Agro (PMA), idealizado pela Bayer e pela Associação Brasileiro do Agronegócio (Abag), reforçam como a adoção de boas práticas pode gerar impactos positivos não apenas para o meio ambiente, mas também para as propriedades. Rossana Aboud, Flávia Saldanha e Paula Dias, vencedoras das edições anteriores da premiação, são exemplos concretos de como inovação e responsabilidade socioambiental podem impulsionar ganhos econômicos e otimizar recursos no campo.

Rossana Aboud, da Fazenda África, em Teresina (PI), combina tecnologia e sustentabilidade na pecuária de corte. A adubação orgânica, feita com compostagem do próprio esterco do gado, cria um ciclo virtuoso entre solo e rebanho. Ao adubar o pasto com material orgânico rico em nutrientes, ocorre uma promoção na microbiota do solo, aumentando sua fertilidade e capacidade de retenção de água. O que reflete diretamente na qualidade da pastagem, que por sua vez, impacta positivamente o desempenho dos animais

Essas práticas têm contribuído para a eficiência no uso de recursos, na redução de custos operacionais e no aumento da rentabilidade da produção. “Quando o gado vive em um ambiente com bem-estar, ou seja, em piquetes rotacionados, com sombra, manejo humanizado e sem estresse, os resultados zootécnicos são superiores. O solo é mais vivo e o gado mais saudável”, explica Rossana.

Saiba mais em www.premiomulheresdoagro.com.br

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