Feijão puxa alta de 30% nas exportações de pulses

Publicado em 12.02.26

Presentes na base da alimentação brasileira, especialmente na tradicional combinação com arroz, os feijões também vêm ampliando espaço no comércio exterior.

Em 2025, as exportações brasileiras de pulses – grupo que inclui feijões, ervilhas, lentilhas e grão-de-bico – cresceram 30% em relação a 2024, alcançando US$ 448,1 milhões. Os feijões secos lideraram a pauta, respondendo por mais de 98% do valor exportado.

Na sequência, destacaram-se as ervilhas preparadas ou conservadas, com US$ 3,9 milhões, e os feijões industrializados, que somaram cerca de US$ 860 mil.

Produção sustenta avanço externo

No campo, o feijão segue como a principal pulse produzida no país. De acordo com a Conab, a safra 2025/26 deve superar 3 milhões de toneladas, com crescimento de 0,5% em relação ao ciclo anterior.

A estabilidade produtiva garante o abastecimento interno e amplia a capacidade de atendimento ao mercado internacional, reforçando o papel do Brasil como fornecedor de alimentos básicos e nutritivos.

Qualidade e acesso a mercados

Para serem exportados, os produtos vegetais passam por rigorosos controles sanitários e processos de certificação que asseguram conformidade com as exigências dos países importadores.

Esse sistema de fiscalização e rastreabilidade fortalece a credibilidade do produto brasileiro no exterior e contribui para a consolidação das pulses como item estratégico da pauta agroexportadora.

O avanço das exportações de pulses reforça a estratégia de diversificação da pauta agroexportadora brasileira. Ao ampliar a presença em mercados que demandam proteínas vegetais, o país reduz a dependência de poucas commodities e fortalece seu posicionamento no comércio global de alimentos.

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